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01/12/2017

Dezembro Vermelho marca a luta contra Aids

O primeiro dia de dezembro é conhecido como o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Essa data foi criada em 1987, com o objetivo de mudar a concepção das pessoas a respeito da doença. No Brasil, a data passou a ser adotada em 1988. Em novembro de 2017 foi sancionada a lei 13.504/17, que institui o Dezembro Vermelho, mês destinado à prevenção do HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis. Em alusão ao tema, o Hospital Santa Genoveva realiza campanha interna com  foco na prevenção e proteção, bem como a promoção dos direitos das pessoas que vivem com a doença.

De acordo com os dados divulgados pela UNAids, órgão das Nações Unidas, o número de novas infecções por Aids no Brasil aumentou em 3% entre os anos de 2010 e 2016, o que significa um montante de 47 mil novos casos em 2010, para 48 mil em 2016.

Segundo estimativas do Ministério da Saúde, existem cerca de 530 mil pessoas infectadas pelo HIV no Brasil. Dessas, aproximadamente 25% não sabem que têm a doença e cerca de 30% dos pacientes procuram o serviço de saúde tardiamente.  

  

Diferença entre HIV e Aids

Ser portador do HIV não quer dizer que a pessoa tenha Aids Mas podem transmitir o vírus para outras pessoas por meio de relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e/ou amamentação. Existem pessoas que, apesar de serem soropositivos, vivem anos sem desenvolver a doença ou apresentar sintomas.

A Aids é caracterizada pelo enfraquecimento do sistema de defesa do corpo e pelo aparecimento das doenças oportunistas, deixando o organismo mais vulnerável à várias outras doenças.

 

Formas de contágio

O vírus está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. Por isso, pode ser transmitido pelo sexo sem camisinha (oral, vaginal ou anal), compartilhamento de seringas contaminadas, transfusão de sangue contaminado, instrumentos cortantes não esterilizados, durante a gravidez ou parto e/ou amamentação.

 

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