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12/01/2018

Nutricionista do Hospital Santa Genoveva orienta sobre alimentação na gravidez

Certamente você já escutou de alguém mais velho que “saco vazio não pára em pé” ou que agora tem que comer em maior quantidade porque se alimenta por dois (ou mais). Mas será que é assim mesmo que funciona?

Não é segredo para ninguém que a alimentação de uma grávida deve prezar pela qualidade dos alimentos, garantindo todos os nutrientes necessários para o bebê se desenvolver com saúde. É importante que a alimentação da gestante seja o mais saudável possível, evitando os excessos. Não pode faltar vegetais folhosos, leguminosas, proteína, frutas  e  cereais.

Para a nutricionista e Gestora da Nutrição Clínica do Hospital Santa Genoveva, Ludmila Melo Milken, em uma gestação saudável é importante adotar uma alimentação equilibrada. “É um momento de se fazer escolhas saudáveis e tentar ganhar somente o peso necessário para o aumento dos tecidos maternos e desenvolvimento adequado do bebê”, disse.

A profissional ressalta que, durante a gestação, também não é época para optar por dietas restritivas, nem pensar em perder peso. “Por outro lado, também não significa que é necessário alimentar-se exageradamente, ou seja, o termo “comer por dois” não se enquadra em uma alimentação saudável”, acredita.

Para a nutricionista, uma alimentação balanceada e equilibrada está na escolha dos nutrientes, que deve prezar por alimentos ricos em ácido fólico, magnésio, ferro, cálcio e vitaminas C e B6, por exemplo.

Segundo Milken, as recomendações nutricionais devem considerar as necessidades específicas de cada mulher  para o pleno desenvolvimento do bebê. “O ganho ou perda de peso da futura mamãe pode trazer algumas consequências, como por exemplo: se houver perda de peso na gestação, pode ocorrer partos prematuros e riscos no momento do parto. Caso haja ganho excessivo de peso, há risco de pressão alta e eclâmpsia, além de diabetes gestacional”, finaliza a profissional.

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