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09/03/2018

Hospital Santa Genoveva conscientiza sobre câncer colorretal

A doença atingirá mais de 36 mil brasileiros em 2018

 

Durante todo o mês de março é feita a conscientização sobre o câncer colorretal, doença que atinge o intestino grosso e é considerada ‘silenciosa’ por muitos especialistas. Este é um dos tipos de cânceres de maior incidência no mundo e, no Brasil, é o segundo tumor que mais ocorre em mulheres e o terceiro que mais acomete os homens. O Hospital Santa Genoveva visa informar sobre a doença para que as pessoas previnam-se.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), existe a estimativa para 2018 de mais de 600 mil novos cânceres e, deste número, 36.360 são do tipo colorretal, sendo 17.380 homens e 18.980 mulheres.

Para o oncologista do Hospital Santa Genoveva, Rodolfo Gadia, a campanha de conscientização sobre o câncer colorretal, bem como os riscos e métodos preventivos, é de extrema importância, visto que é o tumor mais frequente do aparelho digestivo. “Essa doença acomete igualmente homens e mulheres e a maioria dos casos são diagnosticados em pacientes com mais de 50 anos. Porém, pode afetar pessoas de diferentes idades, especialmente com histórico familiar de câncer colorretal ou que tenham mutações genéticas específicas”, afirma o oncologista.

De acordo com o médico, todos os cânceres são causados por alterações nos genes e, algumas pessoas, nascem com uma mutação genética herdada de um dos pais, o que aumenta o risco. “Quando o câncer ocorre devido a uma mutação herdada, podemos denominá-lo de hereditário. O câncer colorretal hereditário, sem polipose, é uma síndrome hereditária e que pode aumentar o risco para câncer de cólon principalmente antes dos 50 anos”, explica Rodolfo.

“A maioria das neoplasias se desenvolvem de maneira silenciosa na fase inicial, pois é uma doença celular. Quando falamos sobre o câncer de cólon, a maioria dos casos são originados de um pólipo benigno do intestino. Eles, geralmente crescem lentamente, mantendo-se benignos por um longo período antes de se transformarem em câncer. Estima-se que este período de transformação seja de 10 anos. Por isso, quando ressecamos um pólipo precocemente, podemos afirmar que prevenimos um câncer em potencial. Por isso, é necessário realizarmos exames preventivos”, completa o médico.

Para Gadia, este é um tipo de câncer potencialmente tratável e curável, desde que seja detectado precocemente, mas o preconceito prejudica. “Todo o preconceito prejudica que o diagnóstico seja feito de maneira precoce. É muito importante que tenhamos o hábito de olhar as fezes após as evacuações. Se notar presença de sangue, principalmente misturado com as fezes, é importante procurar um gastroenterologista ou um proctologista para realização de exames”, finaliza Rodolfo.

 

Principais sintomas

Diarréia ou constipação; cólica ou desconforto abdominal; presença de sangue nas fezes; sangramento anal e sensação de que o intestino não se esvaziou após a evacuação; perda de peso sem motivo específico; náuseas e vômitos e histórico familiar.

Diagnóstico

O diagnóstico geralmente é feito após a realização de colonoscopia, associado com biópsia, que é um exame de fragmento do tecido retirado da lesão suspeita.

Exames preventivos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o rastreamento sistemático de pessoas acima de 50 anos. Além do exame de sangue oculto nas fezes, existe a colonoscopia, que devem ser realizados em pessoas com sinais e sintomas sugestivos de câncer colorretal ou nas pertencentes aos grupos de risco.

É importante salientar que o ideal é manter uma dieta rica em fibras, composta de verduras, legumes e frutas, oleaginosas e manter a prática regular de atividade física.

Tratamento

A cirurgia é o tratamento inicial, onde se retira parte do intestino afetado, conjuntamente com os nódulos linfáticos próximos à região do tumor. Em seguida, a quimioterapia poderá ser utilizada para diminuir a possibilidade de volta do tumor. Nos casos de tumores do reto, a radioterapia também fará parte do tratamento.

O Hospital

O Santa Genoveva agrega etapas importantes para o bom tratamento do câncer colorretal como a possibilidade de diagnóstico precoce (com exames laboratoriais e endoscópicos), além dos procedimentos cirúrgicos e quimioterápicos.

 

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